A celebração da Constituição do Board da DCH Portugal decorreu no Hotel Sheraton numa reunião privada com os Diretores de Recursos Humanos e áreas funcionais de empresas relevantes do país, como a Mota-Engil, a Amorim Cork Composites, a Efacec, a Galp, a BorgWarner, a PwC Portugal, a ElCorteInglés Portugal, a DXC Technology Portugal, a Pingo Doce / Jerónimo Martins, a Salsa, o Grupo Primor, a TE Connectivity e a Fidelidade. O evento foi promovido pelos nossos partners e apoios, Oracle, Gympass, Facthum e Ashridge-Hult Executive Education.

A Organização tem com objetivo, nomeadamente, conectar e agrupar profissionais seniores com responsabilidades de direção nas principais áreas de Recursos Humanos, de forma a gerar um ecossistema de conhecimento a traves de atividades técnicas e partilha de melhores práticas e networking. Este é o primeiro capítulo de uma série de constituições da DCH em novos países que acontecerão durante o ano de 2019, com Israel e a França como as mais iminentes. Depois da constituição do Board realizou-se um almoço, ao qual se juntaram vários membros associados da DCH e diretivos de empresas relevantes em Portugal, como a Sonae Sierra, a Eurest, a Grunenthal, bem como meios de comunicação, como a RH Magazine ou representantes do Instituto de Informação em Recursos Humanos.

Durante o almoço, tivemos a oportunidade de ouvir a apresentação “Jobs & Skills in the 4th Industrial Revolution” por Paolo Gallo, professor associado da Ashridge Hult e ex-diretor de recursos humanos do Fórum Económico Mundial, uma inspiradora e motivadora apresentação sobre as “megatendências” do mercado de trabalho em contínua evolução, com três pontos-chave de análise: a temporalidade (e a vulnerabilidade que ela acarreta), a esperança de vida (e a aprendizagem contínua que temos à nossa frente) e as novas profissões (derivadas da velocidade exponencial da tecnologia, o que nos obriga a mudar, principalmente na forma como nos relacionamos com os demais).

Após a apresentação começou o debate e a partilha de boas práticas:Os avanços tecnológicos originados pela Indústria 4.0 afetam muito as pessoas e, portanto, as áreas de recursos humanos.

Os processos de transformação digital tornam necessário ter o capital humano adequado para enfrentá-los: vamos deixar de falar sobre educação para passar à aprendizagem continua, inteligência contextual e, acima de tudo, consciência e autoconhecimento.

Além disso, teremos que nos adaptar a novas formas de trabalho, novas estruturas hierárquicas nas organizações e novas formas de colaboração.

Afinal, esse é o principal significado da transformação digital. Não apenas as competências dos colaboradores tendem a ser diferentes; as suas expectativas também são cada vez mais, tal como nos demonstra o auge do “gig economy” entre os millennials. Estamos a entrar numa época entusiasmante que requer, e exigirá cada vez mais, uma grande adaptação das áreas de Recursos Humanos.