{"id":75055,"date":"2017-05-16T08:39:23","date_gmt":"2017-05-16T08:39:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.orgdch.org\/a-gestao-de-expatriados-nas-empresas-espanholas\/"},"modified":"2017-05-16T08:39:23","modified_gmt":"2017-05-16T08:39:23","slug":"a-gestao-de-expatriados-nas-empresas-espanholas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/a-gestao-de-expatriados-nas-empresas-espanholas\/","title":{"rendered":"A Gest\u00e3o de Expatriados nas empresas espanholas"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-4036\" src=\"https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO.png\" alt=\"\" width=\"1557\" height=\"854\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO-300x165.png 300w, https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO-600x329.png 600w, https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO-768x421.png 768w, https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO-1024x562.png 1024w, https:\/\/www.orgdch.org\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/IMAGEN-EVENTO-DCH-11-MAYO.png 1557w\" sizes=\"(max-width: 1557px) 100vw, 1557px\" \/><\/p>\n<p>DCH &#8211; Organizaci\u00f3n Internacional de Directivos de Capital Humano apresentou como a <strong>gest\u00e3o de expatriados<\/strong> \u00e9 uma quest\u00e3o que afeta as empresas espanholas, no seu encontro organizado no audit\u00f3rio da sede madrilena P\u00e9rez-Llorca Abogados, em pleno Paseo de la Castellana.<\/p>\n<p>O evento foi desenhado em conjunto com o <strong>Foro Espa\u00f1ol de Expatriaci\u00f3n (FEEX)<\/strong>, associa\u00e7\u00e3o espanhola que apoia a mobilidade internacional das suas empresas associadas, e em colabora\u00e7\u00e3o com a empresa <strong>International SOS<\/strong>, que disponibiliza aos seus clientes um servi\u00e7o de assist\u00eancia internacional \u201cMedical &amp; Travel Security Services\u201d.<\/p>\n<p>Sob o t\u00edtulo &#8220;<strong>A gest\u00e3o internacional de RH<\/strong> &#8220;, o ato come\u00e7ou com a apresenta\u00e7\u00e3o e boas-vindas aos participantes por <strong>Luis Enrique Fern\u00e1ndez Pallar\u00e9s, s\u00f3cio da \u00e1rea Laboral Perez-Llorca<\/strong>, que destacou a correla\u00e7\u00e3o existente entre as rela\u00e7\u00f5es laborais e as rela\u00e7\u00f5es pessoais e como, em certa medida, as primeiras regulam as segundas, pois efetivamente a expatria\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 algo que afete s\u00f3 o colaborador, mas tamb\u00e9m \u00e0 sua envolvente familiar; <strong>Jorge Urribarri, presidente do FEEX,<\/strong> focou a sua apresenta\u00e7\u00e3o sobre a necessidade de fortalecer as parcerias que ajudam a internacionaliza\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es, como \u00e9 o caso do FEEX, que pretende ser uma refer\u00eancia neste contexto; <strong>Juan Carlos P\u00e9rez Espinosa, por DCH<\/strong>, destacou o seu interesse em colocar em pr\u00e1tica uma jornada anual sobre a mobilidade internacional, tema este cada vez mais presente nas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A <strong>problem\u00e1tica sobre a gest\u00e3o de expatriados<\/strong> foi apresentado por <strong>Miguel \u00c1ngel Vidal, secret\u00e1rio-geral do FEEX<\/strong>, ex director internacional de RRHH, que manifestou que a economia mundial est\u00e1 a mudar, evidenciando como consequ\u00eancia disso, a redu\u00e7\u00e3o da margem de rea\u00e7\u00e3o dos profissionais de RH. \u00c9 necess\u00e1rio cada vez mais celeridade na gest\u00e3o dos processos e a responder \u00e0s necessidades que surgem, e o tema da gest\u00e3o dos expatriados \/ mobilidade internacional, n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o. Referiu tamb\u00e9m que a expatria\u00e7\u00e3o normalmente ocorre em situa\u00e7\u00f5es de controlo estrat\u00e9gico, controlo de gest\u00e3o, de obras ou projetos, transfer\u00eancia de <em>know how<\/em> e difus\u00e3o da cultura corporativa em caso de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es. Destacou tamb\u00e9m que 50% do ebitda das empresas do Ibex 35 (empresas espanholas cotadas em bolsa) tem a sua origem fora de Espanha e que, por isso, a luta pelo talento \u00e9 um reto atual e exige que os respons\u00e1veis pela gest\u00e3o de pessoas sejam cada vez mais pr\u00f3-ativos e mais estrat\u00e9gicos. <strong>O talento j\u00e1 n\u00e3o tem passaporte e \u00e9 por isso necess\u00e1rio procurar onde ele est\u00e1 para o formar e vincular \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o onde est\u00e1 inserido.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 importante definir <strong>modelos de internacionaliza\u00e7\u00e3o na gest\u00e3o dos processos<\/strong>, e nesse sentido, classificou 5 tipos de moledos de expatria\u00e7\u00e3o: de curta dura\u00e7\u00e3o (at\u00e9 1 ano); de larga dura\u00e7\u00e3o (entre 1 e 5 anos); permanentes e contratados internacionais; transfer\u00eancias internacionais com condi\u00e7\u00f5es locais; e programas internacionais de est\u00e1gios. Cada modelo, implica problemas t\u00e9cnicos, fiscais e laborais distintos, que cada empresa tem que saber gerir de forma exemplar.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que surge tamb\u00e9m dentro do mesmo tema s\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de <strong>equipas internacionais que dada a presen\u00e7a da tecnologia digital s\u00e3o poss\u00edveis, sem a necessidade de desloca\u00e7\u00f5es, e aqui as quest\u00f5es que surgem s\u00e3o outras<\/strong>: \u00c9 necess\u00e1rio haver um l\u00edder? E onde \u00e9 que tem que estar o l\u00edder? Como \u00e9 que se vai retribuir os membros da equipa? \u00c9 que as condi\u00e7\u00f5es em Espanha n\u00e3o s\u00e3o as da \u00cdndia&#8230; E depois h\u00e1 os diferentes tipos de perfis que encontramos nas organiza\u00e7\u00f5es, h\u00e1 colaboradores que s\u00e3o incorporados em equipas internacionais em determinados momentos e h\u00e1 outros, os millenials por exemplo, que chegam a uma companhia e s\u00f3 querem estar inseridos em projetos internacionais&#8230; e essas s\u00e3o tamb\u00e9m situa\u00e7\u00f5es distintas que \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m gerir de forma distinta.<\/p>\n<p>Por outra parte, <strong>Roberto Mart\u00edn Arroyo, IT &amp; Marketing Coordinator de Speexx<\/strong>, empresa partner DCH, especializada em forma\u00e7\u00e3o <em>on-line<\/em>, <em>blended learning<\/em> e <em>e-learning,<\/em> atrav\u00e9s de tecnologia de ponta para empresas, apresentou os resultados do seu <strong>estudo sobre o auge das equipas internacionais e virtuais<\/strong>. Foi ressaltado que 38% das empresas apostam por uma organiza\u00e7\u00e3o funcional, enquanto a restante percentagem j\u00e1 pensa noutras formas de organiza\u00e7\u00e3o, pois em 92% das empresas participantes no estudo, a preocupa\u00e7\u00e3o com uma mudan\u00e7a na estrutura \u00e9 um aspeto muito importante, onde h\u00e1 cada vez mais lugar a equipas internacionais e virtuais com o intuito de fomentar a produtividade, diversidade e a criatividade. Realizou, todavia, uma chamada de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s barreiras que surgem desde este tipo de organiza\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel da comunica\u00e7\u00e3o, diferen\u00e7as culturais, distintas normas de trabalho, diversidade de idiomas e distintos acentos. No obstante, cativou a audi\u00eancia com uma simula\u00e7\u00e3o real de uma reuni\u00e3o com duas colegas de trabalho, estando as mesmas em dois lugares distintos do mundo.<\/p>\n<p>Depois de uma pausa para o caf\u00e9, onde os participantes puderam trocar impress\u00f5es e partilhar experi\u00eancias, <strong>Clara Lallana Fernandez, Respons\u00e1vel pelo Departamento de Expatriados da Everis<\/strong>, apresentou o desenvolvimento e dissemina\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de expatria\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito corporativo, ressaltando a <strong>import\u00e2ncia de existir uma pol\u00edtica clara de expatria\u00e7\u00e3o.<\/strong> Salientou que a clareza tem mesmo que existir ao mais diminuto aspeto, como \u00e9 o caso da simples palavra \u201cpol\u00edtica\u201d. Os colaboradores sabem de facto o que \u00e9 uma pol\u00edtica? E qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre pol\u00edtica e norma? E processo? Efetivamente as pessoas quando entram em processos desta envergadura, muitas vezes sentem-se perdidos e por isso \u00e9 importante definir premissas b\u00e1sicas, \u00e9 fundamental definir responsabilidades e agentes envolvidos, e naturalmente relevante definir previamente qual o modelo temporal para cada situa\u00e7\u00e3o. Clara Lallana Fernandez afirmou tamb\u00e9m que todo aquele que n\u00e3o cumpra as quatro premissas b\u00e1sicas n\u00e3o entra na pol\u00edtica de expatria\u00e7\u00e3o, sendo estas, a equidade, a otimiza\u00e7\u00e3o, simplicidade e seguran\u00e7a. Equidade, para garantir e calibrar a gest\u00e3o entre os colaboradores integrados em processos de expatria\u00e7\u00e3o e os restantes. Otimiza\u00e7\u00e3o, para garantir competitividade. Simplicidade, pois os processos t\u00eam de ser f\u00e1ceis de gerir e transmitir. Seguran\u00e7a porque h\u00e1 uma normativa legal a respeitar e h\u00e1 que transmitir confian\u00e7a e tranquilidade aos colaboradores integrantes neste tipo de envolvente.<\/p>\n<p>Em g\u00e9nero de <strong>recomenda\u00e7\u00e3o<\/strong>, a Respons\u00e1vel pelo Departamento de Expatriados da Everis, apresentou alguns pontos fundamentais na gest\u00e3o do tema, tal como, ser transparente, publicar os \u00edndices de custos em todos os pa\u00edses que se mantem presen\u00e7a, aplicar o sentido comum, nomear um s\u00f3 membro para o controlo dos processos, explicar as diferen\u00e7as e os pontos em comum, realizar exce\u00e7\u00f5es justificadas. Neste \u00faltimo ponto, destacou de forma clara que <strong>tem que haver exce\u00e7\u00f5es e tem que existir um marco comum<\/strong>. \u00c9 importante que assim seja. Mas, ao existirem exce\u00e7\u00f5es, estas t\u00eam que estar reguladas e \u00e9 tamb\u00e9m atrav\u00e9s destas que se avalia a efic\u00e1cia da pol\u00edtica de expatria\u00e7\u00e3o, pois pode haver uma exce\u00e7\u00e3o, ou duas ou talvez tr\u00eas, mas se h\u00e1 mais, isso revela a necessidade de reajustar a pol\u00edtica em causa. Para isso, registar tudo \u00e9 fundamental para perceber crit\u00e9rios e permitir a participa\u00e7\u00e3o de todos os agentes envolvidos no processo tamb\u00e9m (corporativo, expatriado, locais e fornecedores), evitando assim a \u201crumurologia\u201d e tornando as decis\u00f5es mais conscientes.<\/p>\n<p>Depois de terminar a sua apresenta\u00e7\u00e3o, foram lhe colocadas <strong>duas quest\u00f5es pertinentes<\/strong>: Uma quanto ao n\u00edvel de aceita\u00e7\u00e3o do manual, ao qual Clara respondeu que o manual da pol\u00edtica de expatria\u00e7\u00e3o \u00e9 avaliado cada dois anos, onde s\u00e3o colocadas perguntas para avaliar, por exemplo, se as pol\u00edticas s\u00e3o bem entendidas ou se as mudan\u00e7as efetuadas foram bem percebidas. \u00a0A outra quest\u00e3o foi sobre como \u00e9 que se avalia se um colaborador \u00e9 \u201cexpatri\u00e1vel\u201d, onde explicou que, na Everis, existe uma pessoa respons\u00e1vel por essa avalia\u00e7\u00e3o, mais sens\u00edvel \u00e0s compet\u00eancias internacionais, que ajuda a clarificar como \u00e9 que a mobilidade internacional \u00e9 refletida na vida pessoal e, al\u00e9m de tudo, que avalia quais as motiva\u00e7\u00f5es que alavancam um colaborador a fazer parte deste tipo de projeto, sendo a avalia\u00e7\u00e3o deste ultimo aspeto, fundamental para o \u00eaxito do mesmo. Os agentes implicados t\u00eam que ter bem claro que itiner\u00e1rios de mobilidade existem, que coletivos fazem parte, que indicadores existem e qual \u00e9 o n\u00edvel de sucesso dos programas. Portanto, a <strong>mobilidade tem tamb\u00e9m que se adaptar ao ciclo de vida do talento e consequentemente \u00e0s suas diferentes necessidades e motiva\u00e7\u00f5es.<\/strong><strong>\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>Com a colabora\u00e7\u00e3o no evento da empresa <strong>International SOS<\/strong>, foi abordado o conceito global de <strong>seguran\u00e7a<\/strong> relativo \u00e0s pessoas deslocadas do seu local habitual de trabalho, atrav\u00e9s da interven\u00e7\u00e3o de <strong>Alfonso Garrido Romero, Direcci\u00f3n Comercial Mercado Corporativo <\/strong>de <strong>International SOS, <\/strong>e <strong>Javier Molla Ayuso, Gerente da International SOS &amp; Control Risks Seguran\u00e7a Regional<\/strong>. O primeiro salientou que \u00e9 gra\u00e7as a um programa de seguran\u00e7a que o departamento de gest\u00e3o de pessoas pode deslocar um colaborador a qualquer lugar do mundo, aumentando dessa forma tamb\u00e9m a visibilidade do departamento face \u00e0 responsabilidade pelas suas pessoas. O cerne da quest\u00e3o \u00e9 conhecer os riscos para conhecer como operar em cada zona. A Internacional SOS gere os riscos, \u00e9 especialista em informa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a principal batalha dos respons\u00e1veis de RH. Segundo a avalia\u00e7\u00e3o constante que fazem dos seus processos, Alfonso referiu que 33% das organiza\u00e7\u00f5es modificaram os seus itiner\u00e1rios fase aos riscos identificados. Referiu tamb\u00e9m a quest\u00e3o da <strong>perce\u00e7\u00e3o vs realidade do risco em processos de expatria\u00e7\u00e3o. <\/strong>Por exemplo, os atentados terroristas s\u00e3o percecionados de forma mais relevante do que os acidentes de trafico, no entanto, s\u00e3o os acidentes de trafico que apresentam um \u00edndice de risco mais elevado, no entanto, n\u00e3o se lhes \u00e9 dada a import\u00e2ncia devida. \u00a0A gest\u00e3o da crise tamb\u00e9m \u00e9 fundamental, e aqui a identifica\u00e7\u00e3o das ferramentas necess\u00e1rias s\u00e3o evidentes, para uma r\u00e1pida resolu\u00e7\u00e3o dos problemas.<\/p>\n<p>A International SOS, evidenciou as <strong>obriga\u00e7\u00f5es legais e morais das empresas, <em>Duty of Care<\/em><\/strong>, ou seja, que medidas efetivamente materializadas existem e por que valores corporativos s\u00e3o regidos?\u00a0 \u00c9 fundamental que os expatriados em zonas de risco, saibam de verdade o que os rodeia e que tenham a informa\u00e7\u00e3o e a forma\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para agir e reagir convenientemente, ou seja, em seguran\u00e7a, dando at\u00e9 alguns exemplos: Se um colaborador vai para a Col\u00f4mbia, \u00e9 seguro andar de mota? Se vai para a R\u00fassia, pode usar um port\u00e1til em qualquer lugar? Tenho que ir a Mocambique, mas nessa semana, Obama est\u00e1 de l\u00e1 de visita \u00e0 sua m\u00e3e. Se calhar \u00e9 melhor ir para outro hotel, para n\u00e3o ter que passar pelo inc\u00f3modo de ser vigiado constantemente por seguran\u00e7as com um ar pouco simp\u00e1tico. Um noruego vai para Madrid, vai encontrar o seu telem\u00f3vel em cima da mesa, se se ausentar para ir ao quarto de banho? Os contextos culturais s\u00e3o distintos! \u00c0s vezes existe o medo de informar, pelo receio de espantar as pessoas, mas \u00e9 fundamental perceber que a transpar\u00eancia \u00e9 fator de \u00eaxito deste tipo de projetos. <strong>A forma\u00e7\u00e3o e a informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o parte essencial do processo<\/strong>, <strong>antes de viajar, durante a viagem e em caso de acidente.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Javier Molla Ayuso, <\/strong>sublinhou que o &#8220;talento n\u00e3o tem fronteiras, pois \u00e9 raro que uma organiza\u00e7\u00e3o tenha uma \u00fanica s\u00f3 nacionalidade entre os seus colaboradores &#8220;, no entanto, 59% das empresas espanholas, segundo o estudo efetuado pelos pr\u00f3prios, n\u00e3o possui pol\u00edtica definida de expatria\u00e7\u00e3o. Sublinhou tamb\u00e9m a <strong>import\u00e2ncia do alinhamento dos departamentos<\/strong>, pois o colaborador tem que saber a quem se dirigir, com o canal claramente identificado, quando acontece determinado problema ou quest\u00e3o. \u00c9 portanto fundamental a empresa transmitir a mensagem \u201ca minha empresa preocupa-se comigo\u201d, \u201ca minha companhia cumpre com o Duty of Care\u201d. Javier concluiu a sua apresenta\u00e7\u00e3o evidenciando quatro obriga\u00e7\u00f5es do departamento de RH, que s\u00e3o: informa\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia e monitoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O evento, que contou com o preenchimento completo da sala, concluiu com a participa\u00e7\u00e3o de Luis Enrique Fern\u00e1ndez P\u00e9rez Pallares e Juan Carlos Espinosa na qual agradeceram a presen\u00e7a a todos os participantes do encontro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DCH &#8211; Organizaci\u00f3n Internacional de Directivos de Capital Humano apresentou como a gest\u00e3o de expatriados \u00e9 uma quest\u00e3o que afeta as empresas espanholas, no<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9017,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[718],"tags":[],"class_list":["post-75055","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75055","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75055"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75055\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9017"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75055"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75055"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.orgdch.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75055"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}